Entrevistas
Ambientatistas reagem com indignação ao Novo Código Florestal
O novo texto do Código Florerstal, anunciado pelo governo federal provocou uma enxurrada de críticas e protestos. O diretor da SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani, declarou que "não houve qualquer avanço ambiental, pelo contrário, estamos lamentando o retrocesso". Entrevista à Ana Aragão
'Vivemos um consenso sem Washington', diz Rafael Correa
Em entrevista ao criador do WikiLeaks, presidente do Equador comemora queda da influência dos EUA na América Latina e advoga a favor da democratização dos meios de comunicação
Ambientalistas, Estado e Moradores discordam sobre distribuição de áreas na Juréia
A audiência pública da proposta de um novo projeto de reclassificação de unidades de Conservação da Estação Ecológica Juréia-Itatins, pegou fogo, na Assembléia Legislativa de São Paulo, onde moradores, ambientalistas e técnicos da Fundação Florestal, não chegaram ainda a um acordo sobre as áreas que serão 100% preservadas. Arnaldo das Neves, morador da Juréia, comenta a questão em entrevista à repórter Ana Aragão.
Estudantes da USP protestam contra perseguição da reitoria
Os processos abertos pela reitoria da USP contra os estudantes que participaram das ocupações da reitoria e da moradia retomada do Crusp, o Conjunto Residencial, está gerando uma série de protestos no campus da Cidade Universitária, no Butantã, zona oeste da capital paulista. Nesta quarta-feira, 23, o DCE-Livre e os estudantes punidos organizaram manifestações contrárias às perseguições que podem resultar na expulsão dos alunos. Os protestos reuniram professores, funcionários e estudantes. Felipe Camargo, aluno de Relações Internacionais e diretor do Diretório Central dos Estudantes, critica o reitor, João Grandino Rodas, por utilizar legislação da ditadura militar para punir alunos. Entrevista à repórter Lúcia Rodrigues.
Governo colocou população em risco ao tentar furar greve com chefes não capacitados para operar trens
A afirmação é do secretário de Comunicação do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Ciro Moraes. Os metroviários encerraram a paralisação nesta quarta-feira, 23, após audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho. Os trabalhadores conquistaram aumento de 6,17%, o vale refeição foi reajustado de R$ 19,50 para R$ 23 e o vale alimentação subiu de R$ 150 para R$ 218. Os agentes de segurança e de estação também conseguiram acréscimo de 15% sobre o salário. O Metrô se comprometeu em não descontar o dia parado. A paralisação de ontem atingiu as linhas Azul, Vermelha e Verde. A Amarela funcionou normalmente porque é operada pelo consórcio privado Via 4. Entrevista à repórter Lúcia Rodrigues.
Repórter da TV Bandeirantes que humilhou entrevistado é alvo do Ministério Público
Atitude de Mirella Cunha, do Brasil Urgente, da Band Bahia, causou indignação
Aprovada na Câmara dos Deputados, a PEC do trabalho escravo, segue agora para regulamentação
Depois de muita pressão e estratégia de mobilização incessante, foi finalmente aprovada no Congresso, a Proposta de Emenda Constitucional, que disponibiliza terras para fins de reforma agrária, onde foi encontrado trabalho escravo. A PEC no entanto, ainda precisa da votação da regulamentação, que determinará o que pode ser considerado trabalho escravo e detalhará os trâmites legais para a expropriação das terras. A proposta que teve origem no Senado, foi modificada e deverá ser novamente analisada pelos senadores. Entrevista Ana Aragão.
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