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Cultura

Revista do Brasil: se o caminho é de pedras, como sonhar?

Cenas de uma privataria denunciada, como reagir às tempestades e tragédias de verão, viagem à diversidade da Augusta, entrevista com Milton Nascimento e muito mais na RdB de janeiro

Por: Paulo Donizetti de Souza

Publicado em 16/01/2012, 17:15

Última atualização em 30/01/2012, 19:20

Revista do Brasil: se o caminho é de pedras, como sonhar?

Milton, entrevistado do mês, traz saborosas passagens da vida do músico revelado ao mundo pelo mineiríssimo Clube da Esquina (Foto: © Rodrigo Queiroz)

São Paulo – O editorial da Revista do Brasil de janeiro lembra Aloysio Biondi, um dos mais respeitados jornalistas econômicos do país. No final dos anos 1990, Biondi foi um dos críticos mais consistentes e contundentes das privatizações da era FHC. Seu livro "O Brasil Privatizado" (2001) é importante fonte citada pelo best seller "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Júnior, assunto de capa da edição.

Capa de janeiro
Capa da edição 67

Se as privatizações foram uma decisão política que empobreceu o país, o livro de Amaury, que vendeu mais de 100 mil exemplares em menos de um mês, mostra de maneira organizada, didática e repleta de documentos que gente graúda ligada ao ninho tucano enriqueceu muito com elas.

O compositor Milton Nascimento, que completa 70 anos em 2012, é o entrevistado do mês. Conversa exclusiva dele com Vitor Nuzzi traz saborosas passagens da vida do músico revelado ao mundo pelo mineiríssimo Clube da Esquina.

Guilherme Bryan, em tempos de aniversário de São Paulo, passeia pela rua Augusta, uma das mais importantes celebrações da diversidade cultural da cidade onde nem tudo é festa, como mostra outro texto sobre a capital paulista, de Suzana Vier. A repórter traz também matéria sobre o que deve ser feito para se prevenir e minimizar os efeitos das tragédias nas áreas de risco.

Carlos Minuano conta como foi a viagem ao Festival CulturaDigital.Br, no Rio de Janeiro, em companhia da comunidade Transparência Hacker – que vai correr o Brasil em seu ônibus para estimular populações a usar a rede para cobrar o poder público a prestar contas de seus atos. Gilberto Gil estava no ônibus.

Os perigos que um frasco de cosmético pode esconder; os labirintos da Justiça do Trabalho; o excesso de poder conferido a certos tipos de motoristas, movidos a muita bebida e nenhum caráter; os artigos de Mauro Santayana e Lalo Leal, mais a crônica de B.Kucinski completam a edição 67 da RdB.

 

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