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Novas vagas do Mais Médicos são preenchidas apenas por brasileiros

Edital ofereceu 1.173 vagas, que foram disputadas por 12.791 profissionais. Vencedores devem se apresentar até o dia 16
por Redação RBA publicado 11/02/2016 19:06, última modificação 11/02/2016 19:10
Edital ofereceu 1.173 vagas, que foram disputadas por 12.791 profissionais. Vencedores devem se apresentar até o dia 16
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Dos médicos que poderiam continuar em suas atividades por mais três anos, 56% fizeram a opção

São Paulo – O novo edital de reposição do programa Mais Médicos, que ofereceu 1.173 vagas para profissionais da área, convoca os aprovados para se apresentar nas prefeituras entre hoje (11) e a próxima terça-feira (16). Ao todo, 12.791 médicos disputaram as vagas, que foram preenchidas apenas por brasileiros.

A presença de médicos brasileiros foi considerada pelo secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, como indicador de aprovação do programa. “É mais uma mostra de que o Mais Médicos além de ser bem avaliado pela população e pelos médicos que participam dela, também é cada vez mais procurado pelos médicos brasileiros”, afirmou.

“Uma pesquisa realizada pela UFMG em parceria com o Ipesp mostrou que a nota média dada ao programa pelos médicos entrevistados foi de 9,1, e que 81% deles indicariam a experiência a um colega”, ressaltou o secretário. Ainda neste edital, houve a possibilidade de médicos que encerrariam neste mês seu período de trabalho demonstrarem interesse em permanecer na vaga por mais três anos. Dos 2.246 profissionais que poderiam solicitar tal recurso, 1.266 o fizeram, uma taxa de 56% de permanência.

O programa, criado em 2013, visa a levar atendimento médico a áreas carentes. Além de direcionar esses profissionais, o Mais Médicos indica ações de renovação e implementação de infraestrutura, além da reestruturação da formação médica no Brasil. As medidas preveem a criação de 11.500 vagas de graduação em medicina, 12.400 vagas de residência médica, além da ampliação e reformas em 26 mil unidades básicas de saúde.