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Para 23% dos usuários de plano de saúde, operadoras são insatisfatórias

Principais queixas incluem ações assistenciais ruins e falta de reserva financeira por parte da própria operadora
por Paula Laboissière publicado , última modificação 21/08/2009 13h11
Principais queixas incluem ações assistenciais ruins e falta de reserva financeira por parte da própria operadora

Brasília - Pesquisa divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indica que 23% do total de usuários de planos de saúde são atendidos por operadoras consideradas insatisfatórias.

De acordo com o presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, as principais queixas incluem ações assistenciais ruins e falta de reserva financeira por parte da própria operadora.

Santos explicou que a questão econômica – não ter as reservas necessárias para a sua atuação – estão no topo da lista de reclamações dos usuários.

Isso porque o plano de saúde pode deparar com despesas não previstas, como um conjunto maior de usuários que necessitam de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou diagnosticados com câncer.

Outro problema trata do conjunto das ações assistenciais prestadas pela operadora e se elas estão gerando impactos positivos na saúde de quem é atendido pelo plano.

Como exemplo, Santos disse que, se um alto número de gestantes têm de fazer cesariana, isso pode ser um sinal de que a assistência durante o pré-natal não vem sendo prestada de forma satisfatória.

O presidente da ANS fez as declarações em entrevista após participar do programa "Brasil em Pauta", produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

Fonte: Agência Brasil

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