Seção de Cartas
Seção de cartas da Revista do Brasil
Lula
Leio
esta revista desde o primeiro número. Consegui ver nela realmente a voz
do trabalhador (edição nº 5, “Por que Lula é melhor”). Na primeira
eleição do presidente Lula, meu pai chorou de orgulho por ver alguém
que era representante do povo, um trabalhador como ele, subindo a rampa
do Planalto. Agora, meu pai e eu estamos felizes mais uma vez. E, para
aqueles que acham a revista “tendenciosa”, o que podemos dizer da
televisão e de revistas como a Veja?
Nádia Vancine Matiazzi, Santo André (SP)
Como
aposentado e sindicalizado do ABC, tive o prazer de receber um exemplar
da Revista do Brasil (nº 5). Gostaria de dar-lhes os parabéns pela
qualidade da impressão e dos temas abordados. Por outro lado, quero
manifestar minha discordância em relação à matéria de capa. Acompanhei
os movimentos sindicais na década de 70 e lembro do companheiro Lula
vestindo camiseta com a figura do João Ferrador, com a célebre frase:
“Hoje eu não tô bom!” Quando ele cumprir, efetivamente, tudo o que
disse em seu discurso de posse em 2002, poderemos afirmar que é o
melhor. Desculpem, como podem notar, hoje eu não tô bom...
Osmar M. Cerioni, Jarinu (SP)
Meninos grávidos
A Revista do Brasil aborda com propriedade o assunto gravidez na
adolescência (nº 5, “De calças curtas”). Muito bem lembrado, pois os
meninos sempre são vistos como violões, suas necessidades ficam
camufladas pelo machismo e não contam com ninguém que os entenda.
Também gostei de “Sacis de todo o mundo, uni-vos!”, “A graça está aqui”
(fiz circo com o meu neto, como recreação) e da crônica de Ana Miranda.
Sou artesã.
Isabel Paes, São Paulo (SP)
Emir Sader
Muito pertinente o artigo sobre o crescimento econômico desejável pela
ótica dos setores que sempre foram excluídos da repartição do “bolo”. É
necessário desmistificar a visão de que somente a obediência cega aos
princípios do onipotente “mercado” leva ao paraíso.
Wellington Santa Ana
Saúde ocupacional
O problema é quando o empregador é o Estado (nº 5, “Ponto para a
saúde”). No serviço público, são inúmeros os casos de lesão por esforço
repetitivo. A história se repete, como no setor privado, e o
trabalhador também fica sem alternativa.
Viviane Cardell
Cuba
Que bom saber que nossos sonhos se realizam pelos irmãos cubanos. Obrigada pela matéria, Elizabeth (nº 5, “Corpo fechado”).
Wanda Rodrigues
Belo Horizonte
Segundo consta de algumas fontes, Aracaju teria sido a primeira capital
planejada do país, e não BH (nº 5, “A rota dos belos horizontes”). A
dúvida talvez esteja no fato de que ela foi a primeira cidade planejada
do país, e logo a seguir alçada à condição de capital do estado. E isso
pode ter acontecido após Belo Horizonte.
Alberto Jorge S. Carvalho
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