Seção de Cartas
Seção de cartas da Revista do Brasil
Polêmica
Muito oportuno o comentário da leitora Nair Kato (SP) na seção Cartas da edição 44. As críticas feitas aos governos estadual e municipal de São Paulo devem mesmo ser estendidas ao governo federal, assim como a outros governos do país. Acho que não haveria problema algum fazer críticas a todas as esferas. No entanto, acho difícil criticar uma administração que tem mais de 80% de aprovação. Basileu Souza Pinheiro, Matão (SP) basipi@ig.com.br Como aposentado do Banespa, que foi explorado e desmoralizado pelo PMDB e pelo PSDB, que o enterraram, tenho motivos mais do que suficientes para detestar esses dois partidos políticos. Entretanto, acho que vocês exageraram na capa e no texto da edição 43. A propaganda do governo Lula é “cuspida e escarrada”, como diria o saudoso Odorico Paraguaçu, muito mais acintosa do que a do governo do Estado de São Paulo. Vamos devagar com o andor. Se não, a nossa Revista do Brasil pode acabar tendo de mudar de nome para Revista do Filho do Brasil.
Roberto Antonio Cêra, Piracicaba (SP)
robertoacera@terra.com.br
Sou estudante e orgulho-me de ser leitora de uma revista que traz informações claras e assuntos abrangentes, buscando em suas reportagens o esclarecimento de dúvidas que nem ao menos foram formuladas. Considerei muito interessante e reveladora a reportagem Tragédias do Marketing (ed. 43). Além de ter informado um assunto muito sério recorrente no Brasil, transparecendo os investimentos feitos com o capital brasileiro proveniente de altos impostos, a reportagem deixa clara a invisibilidade das melhorias sociais, contrapondo-se à imagem de governadores e prefeitos que andam aparecendo na mídia muito bem conceituados. Diante desse contraste só nos resta concluir que publicitários não morrerão de fome tão cedo. Vanessa Portioli Luswarghi, São Paulo (SP)
vanluswar@pop.com.br
Maior divulgação
A edição 43 está excelente. Serve de base para sabermos em quem votar e para vermos claramente o que realmente acontece nos bastidores dos governos. Mas a tiragem e distribuição desta revista é muito pequena para a formação de opinião de um Brasil tão gigantesco. Todos os sindicatos, partidos e simpatizantes desses ideais deveriam se unir em uma campanha para imprimir e distribuir uma tiragem bem maior.
Paulo R. de Almeida, S.J. do Rio Preto (SP)
pauloralmeida@ig.com.br
Sorriso e gratidão
Fiquei emocionado ao ler a reportagem “A casa do sorriso” (ed. 43). São exatamente assim as atividades daquele que foi o pioneiro no tratamento de lesões palatinas. Depois de tentar soluções em vários lugares, meus pais encontraram ali nosso porto seguro. Tive tratamento competente, profissional, inovador e humano. Ao ler o texto, relembrei a tranquilidade e a segurança de meus pais e vislumbrei a vida dos que são atendidos atualmente. Se hoje, bancário do BB, alcancei muitas realizações, devo também ao atendimento que tive no Centrinho. Sinto-me alegre, posso olhar no espelho e gostar do que vejo, e mais, ter o coração eternamente grato.
Jonas Pacheco, São Paulo (SP)
Juazeiro da Bahia, claro
Na entrevista com o Luís Pereira (“O dono da área”), na edição 44, aparece o trecho “baiano de Juazeiro do Norte...”. Juazeiro do Norte é no Ceará, conhecida também como a terra do Padre Cícero. Se o Luís Pereira é baiano, ele nasceu em Juazeiro da Bahia. No entanto, esse pequeno engano não tira o brilho da entrevista. Anaximandro Martins Leão, Fortaleza (CE)
anax.leao@gmail.com
As mensagens para a Revista do Brasil podem ser enviadas para o e-mail acima ou para Rua São Bento, 365, 19º andar, Centro, São Paulo, CEP 01011-100. Pede-se que as mensagens venham acompanhadas de nome completo, telefone, endereço e e-mail para contato. Caso não autorize a publicação de sua carta, avise-nos.
Del.icio.us
Facebook
Google Bookmarks
Yahoo Bookmarks
Technorati
Twitter
MySpace
BlogMemes
Digg
Rec6
Reddit
StumbleUpon
YahooBuzz



