Seção de Cartas
Seção de cartas da Revista do Brasil
Erros e acertos
Comecei a leitura da edição 43 do final, “Guardião do Vale dos Dinos”, para a frente. Achei muito boa a reportagem “Tesouros bolivianos” e mais ainda a “Engenhosa sabedoria popular”. Passei para “Revisão da anistia”. Gostei da carta da leitora Marcela Goes, de São Paulo, sobre “É proibido beber”. A reportagem de capa, “Tragédias do marketing”, me parece estar incompleta. A revista deveria começar pelo poder central, onde o governo do PT está gastando horrores, principalmente nos últimos anos, para tentar viabilizar a candidatura da ministra Dilma, que deve ser eleita no primeiro turno. Até porque o tema enfocado não é recente. Bastaria aos repórteres dar uma chegada no Museu Paulista para ver um quadro da época do Império que registra enchentes na capital paulista. De lá para cá ninguém fez nada. E dificilmente alguém o fará. Mas, entre mortos e feridos, o Brasil está excelente.
Arlindo Ribeiro, Diadema (SP) arlindoligeirinho@uol.com.br
As críticas da edição 43 aos governos estadual e municipal de São Paulo deveriam ser estendidas também ao governo federal, ou não? Por este ser um veículo de informação, deveria proporcionar todas as verdades, independentemente de partidos e ou ideologias políticas. Quem sabe em uma próxima edição estampem na capa as figuras de Lula, Dilma e Sarney e façam esta pergunta: “Vocês acreditam?”
Nair Kato, São Paulo (SP) nair.h@hotmail.com
Adorei a edição 43. A mídia não mostra a verdade a respeito da política em nossa cidade. Estamos lutando para a Escola Estadual Parque Novo Santo Amaro II, escola ainda de lata, alvenaria só por fora. Kassab, em uma propaganda de televisão, disse que tinha acabado com as escolas de lata (mentira). A escola tem vários problemas e ainda está sem quadra para a prática de educação física. Fizemos um abaixo-assinado, fomos para a Secretaria da Educação, mas estamos sem resposta.
Amanda de Paula, São Paulo (SP) amandacineco@hotmail.com
Defesa do SUS
Parabéns pelas reportagens publicadas nas edições 42 (“Doença pública, saúde privada”) e 43 (“A casa do sorriso”), cujas abordagens passam pela valorização e afirmação do Sistema Único de Saúde (SUS) e de seus profissionais. O SUS está presente, cotidianamente, em nossa vida, como nas campanhas de vacinação e na qualidade da água que bebemos, nos tratamentos de alta complexidade e nos transplantes, no tratamento da aids, no Programa Saúde da Família, na saúde do trabalhador, no medicamento que tomamos para curar uma doença, na Unidade Básica de Saúde em nosso bairro etc. Reportagens assim, que resgatam a existência e a importância da saúde pública no país, só conseguimos ver na Revista do Brasil.
Walcir Previtale Bruno, secretário de Saúde e Condições de Trabalho - Sindicato dos Bancários de SP, Osasco e Região - CUT
Adorei a revista. Principalmente a reportagem sobre o Centro de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da USP, em Bauru (“A casa do sorriso”, ed. 43). Tenho um filho com fissura labiopalatal e conheço muito bem a realidade descrita no texto.
Wilney Alves Martins, São Paulo (SP)
Em aula
Sou professor, filiado ao sindicato dos professores de São Paulo, e gosto muito da Revista do Brasil. Uso os textos em sala de aula, pois a visão crítica que revista sustenta é de grande importância para os filhos de trabalhadores para os quais leciono.
Márcio Luís Nunes, Salto (SP)
Correção
Não é Hélio Bicudo que está ao lado de Clara Charf na foto à página 28 (“Revisão da anistia”, ed. 43), mas sim o professor Antonio Candido.
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