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Seção de Cartas

Seção de cartas da Revista do Brasil

Promotoras legais

Parabéns pela capa sobre as promotoras legais populares ("Basta de covardia", ed. 40). Como militante da causa, sinto que ainda temos muito a caminhar. Os municípios ainda não têm uma política e muito menos uma rede de atendimentos, com núcleos de defesa especializados, abrigos de proteção a mulher, protocolo de atendimento etc. Mulher em situação de violência, os filhos sofrem, e a sociedade toda perde.
Celina Aparecida Simões, São Paulo (SP)
celinasimo@yahoo.com.br

Viva o Saci

Parabéns ao Mouzar Benedito, que escreveu uma bela crônica ("Que raloín que nada", ed. 40) sobre as comemorações do raloín (halloween), comemoração que não tem nada haver a ver com a nossa cultura. Viva o Didia do Saci e seus amigos.
Igor Souza dos Santos, (aguardando)
igorsouza@petrobras.com.br

Mesmo saco, não

Meu caro José Carlos Vaz Pezeta ("Mesmo Saco", Cartas, ed. 40), fiquei muito entristecido. Afirmar que Veja, Época, Istoé IstoÉ e Revista do Brasil são iguais é muita não conhecer nenhuma. Quando você se refere àa edição de nº 39, não percebeu ou não leu os resultados de várias pesquisas evidenciando que evidenciam o grande diferencial entre Brasil e outros países em relação à crise mundial?
José Eudes (Profeta), São Bernardo do Campo (SP)
profeta.abc@bol.com.br

Fígado de Jaguar

Excelente entrevista com o Jaguar (ed. 39), o cara é genial. Ficou uma sensação enorme de quero mais; quer dizer, poderia ser mais extensa. Parabéns ao Tom Cardoso. A Revista do Brasil está melhor a cada edição.
Carlos Roberto da Silva, Ribeirão Pires (SP)
atillacarlos@terra.com.br

Impressionante dar tanto destaque para uma entrevista com um senhor que somente incentivou vícios como bebida e maconha, além de utilizar o tempo todo um linguajar incompatível com qualquer veículo decente de comunicação. Por favor, não merecemos issto.
Welinton G Oliveira, São Paulo (SP)
wellgo@ig.com.br

Justiça

Excelente a reportagem falando sobre os acúmulos de processos e, principalmente, sobre as falhas de nossa Justiça ("O lado doente da Justiça", ed. 39). Infelizmente tenho dque concordar com a reportagem: nossa Jjustiça é leniente com os ricos e injusta com os pobres. E parabéns pela riquíssima entrevista com Sérgio de Magalhães, o Jaguar, adorei. Toda a revista está com um excelente conteúdo.
Robson Pereira Batista, (aguardando)
robsonpebat@hotmail.com

Outras alternativas

Com a reportagem da edição nº 38 da Revista do Brasil, de agosto de 2009, e principalmente à matéria de capa "Justiça para todos", pode-se visualizar claramente o árduo e importante trabalho desenvolvido pelas Defensorias Públicas. Parabenizamos Cumprimentamos a iniciativa da Revista do Brasilrevista. Mas esse não é “o único caminho”. Diversos são os postos de assistência jurídica gratuita disponibilizados pelos municípios, como é o caso da  de São Bernardo do Campo. E diversas são as faculdades que também prestam esse valoroso serviço. A Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, que é uma autarquia municipal, possui um trabalho de assistência jurídica à população carente. No ano de 2008 foram atendidas mais de 30 mil pessoas de nossa comunidade.
Simone Dias, Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo comsocial@direitosbc.br

Banda Larga

De fato a telefonia no Brasil está um caos e as empresas estão ganhando cada vez mais com isso (“Lenta, falha e cara”, ed. 38). Dia 4 de setembro estive na cidade de São Raimundo Nonato (PI), e os serviços de banda larga estavam ão fora do ar desde o dia 3. Ao reclamar, fui informado de que os sistemas de supervisão não acusavam problemas, e no primeiro momento o atendente não registrou a informaçãoqueixa. Com muita insistência, no dia seguinte a reclamação foi registrada. Fui contatado pela empresa no dia 11 setembro, quando não estava mais na cidade, para me informarem que não havia nenhum problema com o meu equipamento. Fiquei três dias sem acesso à internet e pude comprovar que a o serviço de atendimento de reclamações desstas empresas segue a lógica do quanto pior melhor –: assim o cliente se cansa e não reclama mais. Infelizmente é assim que a maioria se comporta. Indaguei diversos clientes da região e fui informado de que não adianta reclamar, as empresas não fazem nada mesmo. Quanto a mim, fiz a reclamação e registrei na Anatel. Recebi prontamente uma resposta de que tomariam providências. Até agora não vi nenhuma melhora nos serviços.
João de Moura Neto, Teresina (Piauí)
jmnxx@oi.com.br

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