Seção de Cartas
Seção de cartas da Revista do Brasil
Banda larga
Parabéns à equipe por tocar em um assunto tão importante e neglicenciado (“Lenta, falha e cara”, ed. 39). Moro na periferia e, por estar na capital, não tenho opção de escolha. Fui obrigado a cancelar a linha telefônica da GVT, que não estava mais permitindo acesso à internet. Agora, porque só a Oi tem o serviço, tenho de usar uma lan house lenta e que às vezes cai, e cara.
Miguel Boeira Vianna, Porto Alegre (RS)
mihaelo@bol.com.br
Bichos
Como leitora assídua da Revista do Brasil, parabenizo a excelência da reportagem sobre os animais abandonados (“Agô, o predestinado”, ed. 39).
Terezinha Maria Conceição, Itpec. da Serra (SP)
teka_macon@hotmail.com
Fiquei feliz pelo espaço cedido pela revista a esse tema, pois acompanho de perto a luta das pessoas que cuidam da proteção de animais por conta própria, sem ajuda, unindo recursos escassos, pelo respeito à vida. Exemplo de amor e cidadania. A reportagem retratou muito bem o trabalho realizado pelos protetores, assim como o problema ocorrido no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo e a luta de pessoas para mudar essa situação.
Ornela Francani D’Amico, São Paulo (SP)
ornela.francani@gmail.com
Mesmo saco
Veja, Época, IstoÉ e Revista do Brasil são todas farinha do mesmo saco quando moldam a informação de acordo com o viés político de suas linhas editoriais, haja vista o editorial da edição de setembro de 2009, “Aos problemas, soluções”. A omissão e a tentativa de simplificar a vergonhosa relação promíscua entre Executivo e Legislativo desacreditam a revista, que poderia ser uma alternativa às publicações de linha conservadora que encontramos nas bancas.
José Carlos Vaz Pezeta, São Paulo (SP)
pezeta.jc@hotmail.com
Angola
Li a reportagem sobre o trabalho dos médicos brasileiros em Angola (“Cooperação em bom português”, ed. 39) e achei muito interessante. Sou enfermeira e tenho muito interesse em trabalhar naquele país. Porém, é difícil achar informações pertinentes quanto ao que fazer para conseguir ir para lá.
Roberta Paiva, São Paulo (SP)
robi_paiva@hotmail.com
Terceirizados
Muito oportuna a reportagem “A casta inferior” (ed. 38), sobre empresas terceirizadas. Trabalho para uma empresa do setor de segurança e cada vez mais vejo meus colegas insatisfeitos. A má-fé é tanta que já tive descontados no pagamento aparelhos que ela tem a obrigação de bancar. As pessoas e o sindicato dizem: “Quando sair bota no pau, que você recebe”. Ora, quero trabalhar satisfeito hoje, e não ruminando mágoas que me levarão ao médico. Lamentável.
J.S. Gomes
Defensoria
Sou advogado e professor de História do Direito na Faculdade de Direito da Universidade Candido Mendes. Li, sem muito espanto, a reportagem “Justiça para quem precisa” (ed. 38). Desejo usá-la nas minhas aulas, mostrar aos meus alunos que um bom advogado é também um grande contador de histórias que, muitas vezes, contradiz as histórias e versões oficiais supostamente verdadeiras (incontestáveis). Parabéns pela reportagem. Espero que outras surjam. É raro no Brasil os jornais convencionais e eletrônicos dedicarem espaço a notícias sobre a (in)justiça brasileira.
Fábio F. Barbosa, Rio de Janeiro (RJ)
felicianobarbosa@hotmail.com
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