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Seção de Cartas

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Seção de cartas da Revista do Brasil

Satisfação

Não poderia deixar de expressar a minha enorme satisfação com a qualidade das reportagens (edição 27). Excelentes também os artigos “Como foi com Al Capone”, “Farsa ou tragédia”, “Colarinho branco” e sobre o trabalho que vem sendo realizado pela Polícia Federal. Enfim, uma leitura clara, com diversificação de assuntos, agradável para jovens e adultos, comprometida com a qualidade e atualíssima!
Francisca Paschoal Batista, R. de Janeiro (RJ)
rosacis@ig.com.br

Coleção

A matéria a respeito de Daniel Dantas (“Como foi com Al Capone”, edição 27) tem coisas que os jornais não falam, e não ficamos sabendo. Parabéns por esta e as demais edições que estão na minha coleção.
João Carlos Ramos, Lorena (SP)
j-c-ramos@hotmail.com

Curioso

Fiquei sabendo da existência da Revista durante o programa Linha de Passe, da ESPN Brasil, quando mencionaram a entrevista do Juca Kfouri (edição 26). Fiquei curioso. Achei numa banca perto da universidade em que estudo e comprei na hora. Gostei demais. Pelas informações, pelos competentes jornalistas (já acompanhava o trabalho de alguns) e pelo ótimo preço. Parabéns.
Ramon Ribeiro, Natal (RN)
ramonjornal@yahoo.com

Sem golpe

Fico muito contente em conhecer a revista. Estava faltando alguma coisa diferente na mídia brasileira, que há muito tempo é desonesta, omissa e tenta um golpe branco contra o governo estabelecido.
Ademir Augusto Giorni, São Roque (SP)
augustogiorni@uol.com.br

Um trilhão

A cada edição a Revista traz assuntos interessantes, mostra um pouco da vida e da cultura não só do Brasil, mas também de outros países, como a reportagem feita com os esquimós (“A ética dos esquimós, edição 26). Quero destacar o artigo de Sérgio Mendonça (“Um trilhão e meio de dólares”, sobre o crescimento do PIB brasileiro). Nós, trabalhadores, somos responsáveis por esse crescimento, e o que ganhamos? Os patrões continuamcada vez mais ricos, produzindo cada vez mais com mão-de-obra terceirizada,pagando salários cada vez menores e o governo não faz nada para proibir essa prática. De que adianta um país crescer tanto se temos uma péssima distribuição de renda?
Edvaldo Marcos de Paula, Mauá (SP)

Inflação

A inflação castiga as classes menos favorecidas e o governo prefere combatê-la aumentando juros a diminuir gastos públicos elevados. Em um cenário de crescimento inflacionário é de se estranhar que o IGP-M derive para uma deflação, enquanto os outros índices continuam positivos. Será que manipular o IGP-M, fator de reajuste de aluguéis, tarifas públicas etc. é a maneira certa de combater a inflação? Ou é uma farsa?
Moacir Pereira da Costa, R. de Janeiro (RJ)
moampc@globo.com

Sem vínculo

Tenho lido todas as edições desta revista. Acho muito importante um veículo que não tem nenhum vínculo com os meios de comunicação da elite. Parabéns.
Gilberto Paulino, João Pessoa (PB)

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