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Número 130,

Seis meses de Doria

Na cultura, semestre marcado por cortes e ameaças 'de quebrar a cara' de ativistas

Artistas e trabalhadores a se voltaram contra políticas de Doria. Houve ocupação de secretaria, ameaças do secretário, André Sturm, e suspeitas em editais
por Redação RBA publicado 01/07/2017 12h51, última modificação 18/07/2017 20h39
Artistas e trabalhadores a se voltaram contra políticas de Doria. Houve ocupação de secretaria, ameaças do secretário, André Sturm, e suspeitas em editais
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Artistas e trabalhadores foram 'velados' junto com a cultura da cidade, em frente à prefeitura da capital paulista

São Paulo – Os primeiros seis meses de gestão do prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), foram marcados pelo marketing exagerado, pelo populismo e por poucos projetos efetivamente desenvolvidos. A cultura é a área de maior enfrentamento da gestão até agora.

Afetados pelo congelamento de quase metade das verbas para o setor, trabalhadores e artistas têm realizado manifestações e chegaram a ocupar a Secretaria Municipal da Cultura. Em março, os artistas instalaram sete geladeiras em frente à prefeitura contra o congelamento orçamentário.

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