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Número 130,

Seis meses de Doria

Assistência social sofre baixas e abandonos na cidade de São Paulo

Na ânsia de acabar com a chamada Cracolândia, Doria atacou e espalhou dependentes químicos pela cidade. E encerrou programa elogiado mundialmente por seu potencial de recuperação sem danos
por Redação RBA publicado 01/07/2017 12h47, última modificação 02/07/2017 10h56
Na ânsia de acabar com a chamada Cracolândia, Doria atacou e espalhou dependentes químicos pela cidade. E encerrou programa elogiado mundialmente por seu potencial de recuperação sem danos
ALLAN WHITE/FOTOS PÚBLICAS
Cracolândia

Tentativa de 'varrer' dependentes químicos, sem ações de prevenção nem combate ao tráfico, une Alckmin e Doria

Os primeiros seis meses de gestão do prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), foram marcados pelo marketing exagerado, pelo populismo e poucos programas efetivamente desenvolvidos. Na Assistência Social, sua principal meta tem sido acabar com a chamada Cracolândia, na região da Luz, centro da cidade.

Com o programa De Braços Abertos – elogiado mundialmente por sua eficiência na recuperação de dependentes químicos por meio da redução de danos – já acabou. Apoiou ainda ações policiais violentas e mandou derrubar prédios sem autorização, alguns até mesmo com pessoas dentro, o que poderia ter provocado uma tragédia ainda maior. Criticado, revogou o decreto que proibia a Guarda Civil Metropolitana de recolher pertences da população em situação de rua.

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