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Número 100, Outubro 2014

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Filme aborda educação para a liberdade responsável. Assista

Documentário “Quanto Sinto que Já Sei é ‘não’” apresenta projetos que usam novos modelos de educação
por Xandra Stefanel publicado 01/11/2014 09h58, última modificação 01/11/2014 11h18
Documentário “Quanto Sinto que Já Sei é ‘não’” apresenta projetos que usam novos modelos de educação
Divulgação
Projeto Ponte

O filme mostra que é possível à escola promover a participação cidadã, a autonomia e a afetividade

A escola tradicional acompanha as mudanças que ocorrem na sociedade? A resposta de todos os entrevistados do documentário Quando Sinto que Já Sei é “não”. Dirigido por Antonio Sagrado Lovato, Raul Perez e Anderson Lima, o longa-metragem é um projeto independente que apresenta escolas e projetos que usam novos modelos de educação. Educadores, pesquisadores e as próprias crianças mostram que é possível à escola promover a participação cidadã, a autonomia e a afetividade, e ser, enfim, mais humana. “Porque a educação não se faz ‘para’ a cidadania e sim ‘na’ cidadania, no exercício da liberdade responsável, para perceber o que somos, onde estamos e onde vamos com o outro”, afirma José Pacheco, educador e idealizador do Projeto Ponte, em Portugal, e colaborador do Projeto Âncora, em Cotia (SP). O filme foi financiado coletivamente e agora está disponível de graça. Assista.


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Outras dicas

Americanah.jpgImigração, preconceito e desigualdade

Em 1990, Ifemelu e Obinze viviam a magia do primeiro amor, em Lagos. Com um governo militar linha-dura no poder, ela decide se mudar para os Estados Unidos em busca de alternativas às universidades da capital nigeriana. Em solo americano, Ifemelu depara pela primeira vez com o preconceito racial e as dificuldades da vida de imigrante. Quinze anos depois, já como blogueira prestigiada, ela decide retornar ao seu país, onde deixou suas raízes e um antigo amor. Considerada a principal autora nigeriana de sua geração, Chimamanda Ngozi Adichie conta em Americanah (Cia. Das Letras, 520 pág.) uma história de amor para fazer críticas sociais e tratar de questões ligadas À imigração, ao preconceito racial e à desigualdade de gênero. R$ 54.

A-droga-da-amizade.jpgOs Karas voltaram!

Quem foi criança nas décadas de 1980 e 1990 provavelmente se lembra das aventuras de Miguel, Chumbinho, Magrí, Crânio e Calú, personagens criados pelo escritor Pedro Bandeira para a série Os Karas, voltada para o público infantil e adolescente. Depois de A Droga da Obediência (1984), Pântano de Sangue (1987), Anjo da Morte (1988), A Droga do Amor (1994) e Droga de Americana (1999), chega às livrarias A Droga da Amizade (Ed. Moderna, 168 págs.). Passados 15 anos desde o último livro da coleção, é natural que os garotos tenham amadurecido. Como será que estão e o que aconteceu com cada um? Mesmo quem nunca leu Os Karas não terá problema, já que o novo livro conta a origem dos integrantes e os momentos mais importantes de suas aventuras. Preço sugerido: R$ 41.

Cidade cinza ou viva

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Filmado em 2008, quando a gestão de Gilberto Kassab na prefeitura de São Paulo impôs uma política de caça aos grafites, o documentário
Cidade Cinza, de Guilherme Valiengo e Marcelo Mesquita, discute a relação da capital paulista com a arte de rua. Depois de ter sido exibido no circuito tradicional, o longa tem circulado por cinemas populares e de rua e chega agora às locadoras. Vários grafiteiros propõem uma reflexão sobre o tipo de cidade que queremos para viver: cinza ou viva. Com trilha sonora de Daniel Ganjaman e Criolo, o filme mostra que é possível o pulsar da arte pulsar na selva de pedras. Também pode ser adquirido em versão digital para download (R$ 25) ou em DVD (R$ 50).



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