Zulu Araújo conta a história do Festival de Arte Negra
Publicado em 25/05/2009, 15:19
Última atualização às 15:19
O presidente da Fundação Palmares explica as razões pelas quais se passaram 32 anos desde a última edição do Festival Mundial de Arte Negra (Fesman). Ele critica a visão da Europa, dos Estados Unidos e de outros países ocidentais que definiram uma agenda para o continente africano como se não tivessem responsabilidade pelos problemas.
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