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Ladeira abaixo

Desemprego e desalento compõem retrato do Brasil pós-golpe, analisa Feijóo

Ao "Seu Jornal", da TVT, o comentarista político destaca que, além dos mais de 13 milhões de desempregados, a situação é mais grave para quem perdeu a esperança de encontrar uma vaga
por Redação RBA publicado 03/07/2018 12h04, última modificação 03/07/2018 12h25
Ao "Seu Jornal", da TVT, o comentarista político destaca que, além dos mais de 13 milhões de desempregados, a situação é mais grave para quem perdeu a esperança de encontrar uma vaga
TVT/Reprodução
Desalento e desemprego

Fora das estatísticas oficiais, milhões de pessoas desistiram de procurar emprego

São Paulo – A mais recente pesquisa Ibope mostra que 87% dos brasileiros desaprovam as medidas adotadas por Michel Temer para combater o desemprego, situação que já vinha sendo apontada em levantamentos anteriores. Números relativos ao desalento justificam a rejeição: quase 66 milhões de pessoas não trabalham e nem estão procurando emprego, aponta o comentarista político José Lopez Feijóo, para o Seu Jornal, da TVT.

Na semana passada, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) já havia divulgado que o número de desempregados no país chegava a 13,2 milhões, mas a situação é ainda mais grave para aquelas pessoas que buscaram por algum tempo uma ocupação e perderam as esperanças de encontrar uma vaga. A desistência as retira das estatísticas oficiais.

"Este é o retrato do Brasil pós-golpe de 2016", definiu Feijóo. Ele chama a atenção para um cenário de dificuldades econômicas, representado pelas seguidas revisões de expectativas do Produto Interno Bruto (PIB), que recua paralelamente ao avanço da inflação.

"Só o restabelecimento pleno da democracia com um governo de confiança popular poderá fazer com que nós retomemos a esperança e a capacidade de voltar a produzir inclusão social, geração de empregos, aumento da renda da população brasileira, consumo interno e a reativação da economia", afirma o analista.

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