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guerra da informação

Padilha classifica de 'absurda e irresponsável' citação de seu nome em delação premiada

Secretário Municipal de Saúde rechaça depoimento à PGR, que vincula seu nome ao laboratório Labogen, usado pelo doleiro Alberto Yousseff para fraudar contratos com o Ministério da Saúde em 2013
por Redação RBA publicado 05/01/2016 17:15
Secretário Municipal de Saúde rechaça depoimento à PGR, que vincula seu nome ao laboratório Labogen, usado pelo doleiro Alberto Yousseff para fraudar contratos com o Ministério da Saúde em 2013
Paulo Pinto/ Fotos Públicas 10/09/2014
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Padilha: sindicância no Ministério da Saúde não encontrou vínculos do ex-ministro com irregularidades

São Paulo – O secretário municipal de Saúde de São Paulo, Alexandre Padilha, por meio de sua assessoria, classificou como “absurda e irresponsável” notícia veiculada hoje (5) no portal do jornal O Estado de S. Paulo, que afirma que Padilha “iria ficar” com uma parte do laboratório Labogen, usado pelo doleiro Alberto Yousseff para fraudar contratos do ministério da Saúde em 2013.

Segundo o jornal paulista, a informação surgiu em depoimento do entregador de dinheiro de Yousseff, Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, à Procuradoria-Geral da República (PGR). Ceará disse em delação premiada “ter ouvido do doleiro que o laboratório seria fatiado em quatro partes, uma delas assumida por Padilha, então ministro da Saúde, em parceria com o então vice-líder do PT na Câmara, André Vargas, preso e condenado na operação Lava Jato”.

Confira a íntegra da nota distribuída pela assessoria do secretário:

“É absurda e irresponsável qualquer tentativa de mais uma vez vincular o nome do ex-ministro da Saúde ao referido laboratório por meio de “conversas ouvidas de terceiros” em uma delação. É imprescindível que os jornais se recordem que não foi encontrado nenhum vínculo do ex-titular da Pasta a qualquer irregularidade, mesmo após uma sindicância do Ministério da Saúde concluída há quase dois anos, uma apuração concluída pela Controladoria-Geral da União (CGU) e uma investigação da Polícia Federal (PF), não tendo sido o ex-ministro arrolado em nenhuma investigação suplementar. Ressaltamos ainda que em nenhum momento o ex-ministro esteve sob investigação da Operação Lava Jato e sempre defendeu e contribuiu com a apuração total de qualquer irregularidade pelos órgãos competentes.”