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Paulo Pimenta, do PT, é eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

Comissão volta ao partido após período sob a direção do pastor Feliciano
por Redação RBA publicado 12/03/2015 12h09, última modificação 12/03/2015 13h01
Comissão volta ao partido após período sob a direção do pastor Feliciano
Luis Macedo / Câmara dos Deputados

São Paulo – O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) foi eleito na manhã de hoje (12) presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara. Candidato único, ele teve 14 dos 17 votos. Os demais votaram em branco.

A CDHM era a única entre as 23 comissões permanentes que não havia escolhido o seu presidente. A eleição de Pimenta ratifica acordo firmado no início da atual legislatura (2015-2019), com a formação do bloco formado pelo PSD, PR, Pros, PCdoB, além do próprio PT.

Pimenta ficará à frente da comissão pelo período de um ano. "Assumirei as premissas fundamentais de reconhecer as igualdades e diferenças. Destaco o papel da mídia e diferentes instituições do país, que contribuem na construção da laicidade do Estado", afirmou, logo depois da confirmação de seu nome. Ele citou mulheres, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, palestinos, trabalhadores rurais, população LGBT e discriminados por sua religião ou crença, acrescentando que é necessário "ampliar o espaço de participação desses grupos".

Também fez referência a pautas "intolerantes". "Não podemos nos calar diante das manifestações de ódio. Não teremos medo de enfrentá-las."

No último dia 3, a bancada do PT havia indicado o nome de Pimenta para a presidência da Comissão de Direitos Humanos. Além disso, o deputado Vicente Cândido (SP) foi o indicado pela bancada para assumir a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC). A decisão foi tomada após os líderes partidários terem definido a divisão entre as bancadas das presidências das 23 comissões permanentes da Câmara. Pela proporcionalidade de bancadas, o PT poderia escolher três comissões, mas o líder da legenda, deputado Sibá Machado (AC), explicou que a cessão de uma das escolhas do partido foi fruto de acordo dentro do bloco partidário.

Com informações da Agência Câmara

 

 


 


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