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TRE-SP revisa decisão e aprova contas da campanha de Alckmin

Enquanto tucano paulista poderá receber seu novo diploma de governador, em Minas Gerais o petista Fernando Pimentel ainda está ameaçado pela Procuradoria Eleitoral local
por Redação RBA publicado 18/12/2014 18h04, última modificação 18/12/2014 18h20
Enquanto tucano paulista poderá receber seu novo diploma de governador, em Minas Gerais o petista Fernando Pimentel ainda está ameaçado pela Procuradoria Eleitoral local
CC / Tamires Santos/ A2 Comunicações
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Geraldo Alckmin teve contas revisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral paulista

São Paulo – O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo revisou, em sessão realizada hoje (18), a decisão tomada na semana passada de rejeitar as contas da campanha à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Os juízes aprovaram com ressalvas as contas de Alckmin após a defesa apresentar recurso ao tribunal.

Para o presidente do PSDB paulista, o deputado federal Duarte Nogueira, a decisão anterior foi causada por "entendimentos divergentes". "Tínhamos certeza de que as explicações oferecidas ao TRE seriam suficientes para desfazer a decisão anterior uma vez que todos os gastos e receitas foram declarados de forma transparente", disse o dirigente tucano. Ele ressaltou não ter havido ocultação de despesas e receitas nas prestações de contas parciais da campanha do PSDB realizadas no período eleitoral.

O governador reeleito será diplomado amanhã pelo Tribunal Regional Eleitoral para seu quarto mandato à frente do governo paulista. Ele assumiu o estado em 2001, após a morte de Mario Covas, de quem era vice. Após esse período, Alckmin foi eleito por outras três vezes para administrar o Estado.

Problemas em Minas

Já a Procuradoria Regional Eleitoral mineira (PRE-MG) ajuizou, também hoje, uma ação de investigação judicial eleitoral contra a chapa encabeçada pelo candidato do PT a governador, Fernando Pimentel. O procurador regional eleitoral, Patrick Salgado, pede a cassação do diploma e a decretação de inelegibilidade dos candidatos eleitos.

Além de alegar "inaceitável abuso de poder econômico” e de “superação do limite de gastos e adoção de um método dúbio de realização de despesas”, a Procuradoria mineira apontou na campanha petista a existência de grande número de recibos emitidos fora do prazo. “As doações do Comitê Financeiro ao candidato se concentraram predominantemente no período pós-eleitoral, estando registradas quase em sua totalidade nos dias 05 e 07 de outubro”.

Na semana passada, o tribunal eleitoral paulista chegou a rejeitar as contas de Alckmin por ter omitido a entrada de recursos e a contratação de serviços realizados antes do prazo para as prestações de conta parciais.

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