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Defesa

Nelson Jobim, ex-presidente do STF, assina lista de apoio a Genoino

Jurista foi também ministro da Justiça de FHC e da Defesa de Lula e Dilma. Carta de solidariedade a deputado, julgado pelo Supremo no caso do mensalão, tem 5.200 adesões
por Redação RBA publicado 13/09/2013 22h10, última modificação 14/09/2013 09h53
Jurista foi também ministro da Justiça de FHC e da Defesa de Lula e Dilma. Carta de solidariedade a deputado, julgado pelo Supremo no caso do mensalão, tem 5.200 adesões
Antônio Cruz/Arquivo ABr
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Genoino (d) foi convidado por Jobim para ser assessor do Ministério da Defesa, cargou que assumiu em 2011

São Paulo – O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim, que comandou as pastas da Defesa nos governos Lula e Dilma e da Justiça no governo Fernando Henrique, assinou hoje (13) a carta de apoio ao deputado José Genoino. O manifesto, intitulado “Nós estamos aqui”, começou a circular há uma semana e ainda está recebendo adesões pela internet em meio ao julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão, pelo STF.

Segundo nota divulgada na página de Genoino, Jobim o visitou ontem em sua residência, na zona oeste de São Paulo, para "prestar solidariedade".

O petista trabalhou como assessor especial do Ministério da Defesa entre março de 2011 e outubro de 2012, durante a gestão Jobim. Em maio de 2011, Genoino foi o primeiro participante da resistência à ditadura a ser condecorado com a Medalha da Vitória, que recorda os combatentes brasileiros que participaram da 2ª Guerra Mundial.

O texto tem apoio de diversas personalidades, como a filósofa Marilena Chauí, o escritor Fernando Morais, o crítico literário Antônio Candido, o músico Jorge Mautner, a psicanalista Maria Rita Kehl, o cineasta Luiz Carlos Barreto, o prefeito de São Bernardo de Campo, Luiz Marinho, o ator Paulo Betti, os ex-ministros Franklin Martins (Comunicação) e Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), o escritor Flávio Aguiar, os jornalistas Luis Nassif, Ricardo Kotscho e Rodrigo Vianna.

O advogado do deputado, Luiz Fernando Pacheco, encaminhou o documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira, então com 4 mil adesões. Ontem, o deputado gravou mensagem agradecendo a manifestação de solidariedade.

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