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Ministros dos Transportes e Turismo prestam esclarecimentos ao Congresso

por Redação da RBA publicado , última modificação 16/08/2011 11h53

São Paulo – O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, negou o envolvimento com as denúncias de corrupção na pasta. “Quem está lhe falando aqui é um homem honesto, de vida correta”, declarou o ministro, que participa neste momento de audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado.

Passos presta esclarecimentos sobre as denúncias envolvendo a liberação, no ano passado, de R$ 78 milhões em créditos suplementares para obras que constavam da lista de irregularidades graves do Tribunal de Contas da União (TCU).

Ex-secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Passos assumiu o comando da pasta com a saída de Alfredo Nascimento, depois de denúncias sobre a existência de um esquema de corrupção no órgão. Nascimento reassumiu a vaga de senador pelo PR no Amazonas e nega envolvimento nas irregularidades.

Turismo

Na tarde desta terça (16), o ministro do do Turismo, Pedro Novais, prestará esclarecimentos em sessão conjunta promovida por três comissões da Câmara. As comissões de Fiscalização Financeira e Controle, de Defesa do Consumidor e de Turismo e Desporto solicitaram a presença do ministro para esclarecer as denúncias de fraude em contratos no ministério.

A expectativa dos parlamentares é que Novais preste esclarecimentos sobre o esquema de desvio de  recursos previstos em contrato com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), destinados à qualificação de 1,9 mil profissionais de turismo no Amapá. Dos R$ 4,445 milhões do contrato, a Polícia Federal calcula que cerca de R$ 3 milhões tenham sido desviados.

Na semana passada, o resultado das apurações das denúncias veio à tona durante a Operação Voucher. Foram emitidos 38 mandados de prisão, dos quais 36 pessoas foram detidas, inclusive o secretário-executivo do ministério, Frederico Silva da Costa. No último fim de semana, todos foram libertados por ordem judicial.

Com informações da Agência Senado e Agência Brasil