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Maioria no parlamento mantém projeto político de Cristina, diz ministro argentino

Aliança governista perdeu em centros importantes, mas manteve o número de cadeiras necessárias para aprovar projetos no Legislativo
por Redação RBA publicado 28/10/2013 12h32, última modificação 28/10/2013 13h27
Aliança governista perdeu em centros importantes, mas manteve o número de cadeiras necessárias para aprovar projetos no Legislativo

Brasília – O ministro da Defesa da Argentina, Agustín Rossi, afirmou hoje (28) que a Frente para a Vitória (FpV), aliança de partidos governistas, continua sendo a força política mais importante do país, após as eleições parlamentares deste fim de semana. Embora tenham perdido em grandes colégios eleitorais (como Buenos Aires e Córdoba), a frente manteve a maioria necessária para aprovar projetos no Legislativo.

Com 97% das urnas apuradas, a FpV assegurou a eleição de 37,7% dos deputados e de 32,6% dos senadores. Na prática, serão 132 e 38 cadeiras governistas nas duas casas, respectivamente, números um pouco abaixo da configuração atual (135 e 42).

"Vamos seguir honrando o mandato que nos deram os argentinos", informou Rossi à Telam, a agência de notícias oficiais do governo argentino.

De acordo com ele, depois do pleito no último final de semana, a FPV se consolidou como a força eleitoral de nível nacional que mais teve respaldo. De acordo com o ministro, o governo manterá o projeto político que foi votado majoritariamente pelos argentinos em 2011 – quando a presidenta Cristina Kirchner foi reeleita.

Agustín Rossi disse que a manutenção da maioria em ambas as Casas legislativas fortalece o partido e o governo de Cristina, que vai até 2015.

"Essas eleições modificaram a composição dos corpos parlamentares e essa nova constituição não trouxe mudanças do ponto de vista do poder constitucional, pois, tanto em deputados quanto em senadores, temos as maiorias necessárias", explicou o ministro da Defesa.