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Manifestantes protestam em frente ao Palácio do Planalto por direito a terra

por Agência Brasil publicado 05/11/2012 15h12

(Foto:Antonio Cruz/Abr)

Brasília – Manifestantes protestaram hoje (5) em frente ao Palácio do Planalto, em apelo à presidenta Dilma Rousseff para que evite a desocupação de uma área na região de Posto da Mata, em Mato Grosso. Na região há a Terra Indígena Marãiwatsédé. Por decisão da Justiça, as famílias que vivem na região (com aproximadamente 167 hectares) devem deixar o local.

O trânsito precisou ser parcialmente interrompido. Durante o protesto, mulheres de uma associação de moradores ajoelharam e choraram. Elas defendiam que a terra pertence a suas famílias.

No final de outubro, tropas do Batalhão de Engenharia do Exército construíram estruturas no local para garantir a entrega da área aos indígenas. A terra é alvo de disputas entre produtores rurais e índios há aproximadamente duas décadas. A decisão da retirada dos não indígenas foi dada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em meados de outubro.

Edição: Talita Cavalcante


Protestos sobre Pinheirinho chegam à Alemanha

por Redação da RBA publicado 01/02/2012 19h19

(Foto: Isaumir Nascimento/Divulgação)

Um grupo de manifestantes brasileiros protestou na última terça-feira (31) em frente à embaixada do Brasil em Berlim, capital da Alemanha, em protesto contra a ação de reintegração de posse na comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, a 97 quilômetros da capital paulista. Eles tiraram foto segurando uma faixa com a frase "Wir sind alle Pinheirinho" ("Somos todos Pinheirinho"), uma das frases emblemáticas do movimento.

Segundo informações dos integrantes do grupo, divulgadas por meio de suas páginas pessoais no Facebook, o protesto deu-se por uma indignação em comum pela forma com que os moradores foram despejados de suas casas, no último dia 22.

Entidade protesta dando uma “pedra de crack” a cada deputado

por Agência Brasil publicado 01/02/2012 17h25, última modificação 01/02/2012 17h27

(Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Em um protesto silencioso, o Movimento Força Jovem colocou nesta quarta-feira (1) 513 peças de concretos simbolizando pedras de crack, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, apelando aos deputados federais para que deem mais atenção ao combate às drogas no país.

Com informações da Agência Brasil

 

Químicos de São Paulo iniciam série de protestos contra proibição de sacolinhas plásticas

por Redação da RBA publicado 24/01/2012 17h20, última modificação 26/01/2012 09h42

Segundo os sindicalistas, outras manifestações serão organizadas (Foto: Eduardo Oliveira/Sind. Químicos SP)

O Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo organizou protesto na manhã desta terça-feira (24) contra a proibição do uso das sacolinhas plásticas no comércio paulista, que entra em vigor nesta quarta-feira (25). A medida é fruto de um acordo entre o prefeito Gilberto Kassab (PSD), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e a Associação Paulista de Supermercados (Apas). Com isso, as sacolas deixarão de ser gratuitas, e supermercados passarão a cobrar por sacolas ecológicas. Os sindicalistas afirmam que o acordo favorece o lucro das empresas, em vez do meio ambiente.

Cerca de 1,5 mil pessoas compareceram à manifestação, segundo a entidade. O ato foi realizado em frente à loja de uma rede de supermercados. De acordo com Lourival Batista Pereira, coordenador da Secretaria de Saúde e Meio Ambiente da entidade, outras manifestações devem acontecer semanalmente em outros locais. O impacto dos protestos deverá ser sentido nas próximas semanas. "A proibição começa amanhã e já estamos recebendo denúncias de consumidores", disse. Os lojistas, que cobram o preço das sacolas embutido nas mercadorias, se recusam a extrair o preço dos produtos ou ressarcir o valor aos consumidores, mesmo após a medida.

Consumidor

A viabilidade da proibição também é colocada em questão. O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idecon) questiona os efeitos diretos para o consumidor, logo no ato das compras. No caso da recusa do cliente em adquirir as sacolinhas ecológicas, a responsabilidade de comportar as mercadorias para o transporte seria do estabelecimento, segundo Reginaldo Sena, presidente do Idecon. Um movimento está sendo organizado na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, para testar os procedimentos dos supermercados quanto à nova medida.

 

Centrais sindicais protestam contra a Selic

por Redação da RBA publicado 18/01/2012 17h32, última modificação 18/01/2012 18h27

Manifestação foi realizada diante da sede regional do Banco Central em São Paulo, na avenida Paulista (Foto: Jaélcio Santana/Força Sindical)

Representantes de centrais sindicais reuniram-se, nesta quarta-feira (18), às 10h, em frente à sede do Banco Central em São Paulo, na avenida Paulista, para protestar contra a taxa básica de juros da economia, a Selic. A manifestação aconteceu no mesmo dia em que termina a primeira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, em Brasília, que vai definir a nova taxa. Para os sindicalistas, os diretores do BC deveriam acelerar o ritmo de redução dos juros.

Por jornada de 30 horas, servidores da saúde de Curitiba varrem Prefeitura

por Redação da RBA publicado 28/12/2011 12h00

São Paulo - Servidores da saúde de Curitiba protestaram em frente à Prefeitura do município na tarde desta quarta-feira (28) na tentativa de abertura de diálogo com o prefeito Luciano Ducci (PSB). Os trabalhadores reivindicam a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais e chegaram a varrer a rampa da sede da administração municipal para driblar liminar da Prefeitura que impedia o acampamento dos manifestantes.

A "greve dos excluídos", que mobiliza aproximadamente 300 trabalhadores na cidade, segundo o Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc), completa seu 24º dia. Os trabalhadores criticam projeto aprovado em novembro pela Câmara de Vereadores que reduz a jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais de uma pequena parte dos servidores da saúde. A medida exclui 39 categorias do funcionalismo público da saúde, com a justificativa de que seriam contemplados trabalhadores que trabalham sob condições estressantes.

Somente cinco categorias – trabalhadores da enfermagem (enfermeiros, auxiliares e técnicos), técnicos de higiene dental e assistentes de consultório dentário – terão sua jornada reduzida a partir de março do ano que vem. Para os demais profissionais, como biólogos e farmacêuticos, há possibilidade remota de negociação a partir de fevereiro de 2012.

Estava previsto para esta manhã um encontro com Ducci, mas foi cancelado. A diretora de comunicação do Sismuc, Alessandra Cláudia de Oliveira, questionou a forma como o prefeito lida com os servidores. “O sinal está dado. O prefeito trocou o diálogo conosco pela força da polícia, ou seja, o bom senso pela intransigência. E acho que ele vai fazer isso com qualquer cidadão que se opor ao seu regime”, criticou.

Os principais procedimentos paralisados em Curitiba são recebimento e análise de exames e outras atividades laboratoriais.

Servidores protestam contra a proposta orçamentária no Congresso Nacional

por Redação da RBA publicado 22/12/2011 12h00
Servidores do Judiciário e do Ministério Público da União e aposentados protestaram nesta quinta-feira (22), na Comissão de Orçamento do Congresso Nacional, contra o parecer do relator da proposta orçamentária para o país em 2012, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). A comissão excluiu reajustes para aquelas categorias no ano que vem.

 

Ao coro de "Congresso, sabe o que eu acho? O Executivo tá te fazendo de capacho" e fazendo barulho com apitos, os manifestantes chegaram a bloquear uma das entradas do prédio. O presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, senador Vital do Rego (PMDB-PB), pediu aos seguranças que retirarassem o pessoal.

A reunião foi suspensa pelo menos duas vezes por causa do protesto dos manifestantes. Mas a votação deve ser retomada ainda nesta quinta-feira (22). 

Com informações da Agência Brasil

Demissões no Natal

por Redação da RBA publicado 20/12/2011 12h00

Bancários de São Paulo protestaram nesta terça-feira (20), na zona sul da capital paulista, contra o fechamento de 4,2 mil postos de trabalho entre março do ano passado e setembro deste ano. O ato "Feliz Natal para quem, Itaú?" ocorreu nas proximidades da estação Conceição do Metrô e contou com performances teatrais. Os trabalhadores criticam o fato de o banco demitir ao mesmo tempo que acumula lucros de R$ 11 bilhões nos nove primeiros meses do ano. Nova manifestação, na avenida Paulista, na região central, está programada para esta quarta (21).

Químicos de São Paulo defendem liberação de sacolas plásticas no comércio

por Redação da RBA publicado 15/12/2011 12h00

Cerca de 100 trabalhadores da indústria química de São Paulo protestaram nesta quinta-feira (15) a favor da liberação do uso de sacolas plásticas na cidade. O ato foi promovido na praça Victor Civita, em frente ao Museu Aberto da Sustentabilidade, em Pinheiros, zona oeste da capital.

O Sindicato dos Químicos de São Paulo realiza manifestações do gênero desde que a lei que proíbe o uso das sacolas plásticas foi sancionada, em maio, pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD). A lei entraria em vigor em 1º de janeiro, mas em novembro o Tribunal de Justiça decidiu, suspendê-la, atendendo pedido de representantes da indústria de material plástico.

Os trabalhadores entendem que a proibição do uso das sacolas pode causar desemprego no setor. Além disso, supermercados lucrariam com a venda de sacolas, em vez de distribui-las aos consumidores. Eles ainda lembram que as sacolas plásticas podem ser recicladas e que a maioria das pessoas que defendem seu banimento não tem conhecimento dessa informação.

Manifestantes entregam à Presidência abaixo-assinado contra Código Florestal

por Redação da RBA publicado 15/12/2011 12h00

Representantes de ONGs de 17 estados e estudantes protestaram nesta quinta-feira (15), em frente ao Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, contra o novo Código Florestal, aprovado no Senado e que aguarda definição e votação na Câmara.

Os manifestantes entregaram à Presidência da República um abaixo-assinado com os nomes de cerca de 1,2 milhão de pessoas contra o texto do novo Código Florestal.

Segundo os organizadores do protesto, mais de 3 milhões de pessoas apoiam o movimento. Simultaneamente pela internet, por meio das redes sociais, blogueiros, jornalistas e diversas personalidades revelaram-se contrários à alteração do código.

Com informações da Agência Brasil