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ONU começa a investigar assassinato de ex-premiê do Paquistão

Nações Unidas vão apurar circunstâncias do fato, mas responsabilização penal sobre morte de Benazir Bhutto caberá ao país
por João Peres, da RBA publicado , última modificação 22/06/2009 13h44
Nações Unidas vão apurar circunstâncias do fato, mas responsabilização penal sobre morte de Benazir Bhutto caberá ao país

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, informou ao Paquistão que em 1º de julho serão iniciados os trabalhos da missão que determinará a responsabilidade criminal da morte de ex-primeira ministra Benazir Bhutto, assassinada em 27 de dezembro de 2007.

A ONU esclarece que a intenção é apurar os fatos e as circunstâncias do crime, ficando a responsabilização penal a cargo do próprio Paquistão, hoje presidido pelo viúvo de Bhutto, Asif Ali Zardari.

Com mandato até dezembro, o grupo será presidido pelo embaixador chileno nas Nações Unidas, Heraldo Muñoz, com um membro da Indonésia e outro da Irlanda.

Bhutto ocupou o cargo de premiê paquistanesa por duas vezes, com o último mandato concluído em 96. Depois de um longo tempo fora do país, ela havia retornado para campanhas políticas e participava de um comício quando foi atingida por vários disparos.

Com informações da Rádio ONU.

 

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