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Alunos do Pronatec levam Brasil a título mundial em competição de habilidades

Dos 27 medalhistas brasileiros na competição, 25 passaram pelo programa federal. Formação profissional já no ensino médio garante renda 12,5% superior
por Redação da RBA publicado 26/08/2015 11h10
Dos 27 medalhistas brasileiros na competição, 25 passaram pelo programa federal. Formação profissional já no ensino médio garante renda 12,5% superior
reprodução/TVT
Medalhista

Daniel fez cursos de caldeiraria e eletromecânica, por influência do tio metalúrgico

São Paulo – O ensino técnico profissionalizante do Brasil foi destaque internacional, depois de o país conquistar o maior número de medalhas na WorldSkills São Paulo 2015. Disputada por 59 países, os estudantes brasileiros conquistaram 27 medalhas – 11 de ouro, dez de prata e seis de bronze – dos quais 25 passaram pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do ministério da Educação (MEC).

Foi o melhor resultado conquistado pelo Brasil na WorldSkills desde 1983, quando o país começou a participar da competição. Na última edição, realizada em Leipzig (Alemanha), em 2013, o Brasil teve quatro medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. Segundo o MEC, os cursos profissionalizantes cresceram 75%, no país, entre 2002 e 2010. Ao disputarem o mercado de trabalho, os jovens com formação profissional já no ensino médio ganham 12,5% a mais do que os que fizeram o ensino médio comum.

Um dos destaques da delegação brasileira, Daniel de Oliveira Gomes, do Senai de Diadema (região do ABC paulista), foi personagem da edição de ontem (25) do Seu Jornal, da TVT. Além da medalha, ele ganhou uma bolsa de estudo em qualquer universidade e uma viagem de especialização para um país de referência em tecnologia.

O estudante, que fez aprendizagem industrial em caldeiraria, enaltece o fato de ter superado representantes de países que são referência na modalidade, como a Coreia do Sul. "Poder ganhar desses caras, e concluir todo esse ciclo com uma medalha, ainda mais de ouro, é muito legal", conta Daniel à repórter Caroline Campos.

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