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Sem proposta, professores estaduais de SP garantem que greve continua

Categoria está em greve desde 13 de março por aumento salarial de 75,33% e a redução do número de alunos por sala para o máximo de 25
por Redação RBA publicado 23/04/2015 15h27, última modificação 23/04/2015 17h05
Categoria está em greve desde 13 de março por aumento salarial de 75,33% e a redução do número de alunos por sala para o máximo de 25
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Bebel deixa Secretaria da Educação após reunião com secretário nesta quinta (23)

São Paulo – Terminou sem avanço a negociação de hoje (23) entre dirigentes do sindicato dos professores estaduais de São Paulo (Apeoesp) e o secretário da Educação, Herman Voorwald. Em duas horas de reunião, o secretário de Geraldo Alckmin (PSDB) não apresentou nenhuma proposta à categoria, em greve desde 13 de março por aumento salarial de 75,33% e a redução do número de alunos por sala para o máximo de 25.

Durante o encontro, aproximadamente 2 mil professores, segundo a Apeoesp, participaram da vigília na Praça da República, onde fica a sede da secretaria, na região central da capital paulista. Os grevistas decidiram fazer uma caminhada até a Marginal do Tietê e pretendem parar importantes vias da cidade nesta tarde.

A presidenta da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, a Bebel, lamentou o resultado da reunião. “Foi muito ruim. (O secretário) não apresentou nada. Quando a gente esteve em 30 de março aqui disseram que em abril poderiam ter números. Agora já diz que não tem”, relatou à Agência Brasil. Para Bebel, o governo adotou a posição de não apresentar nenhuma proposta enquanto os professores estiverem em greve. “A nossa posição é de continuidade de greve. Não tem jeito. A tendência é radicalizar, não tem outra coisa.”

Nova assembleia está marcada para amanhã (24), às 14h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.

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