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Emprego estável e aumento da renda mantêm vendas do comércio em alta

Atividade do varejo registra em outubro crescimento pelo quinto mês consecutivo, aponta IBGE
por Redação da RBA publicado 13/12/2012 11h37, última modificação 13/12/2012 13h25
Atividade do varejo registra em outubro crescimento pelo quinto mês consecutivo, aponta IBGE

Hipermercados em alta. Comércio registra altas de vendas associadas a medidas do governo para estimular economia (Marcelo Camargo/ABr)

São Paulo – O volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,8% de setembro para outubro, no quinto mês seguido de alta, segundo divulgou hoje (13) o IBGE. Na comparação com outubro do ano passado, a expansão foi de 9,1%. As vendas ainda acumulam aumento de 8,9% no ano e de 8,5% em 12 meses. Em receita, o crescimento foi de 1,1% no mês, 13,9% sobre igual mês de 2011, 12,3% no ano e 12% em 12 meses.

Também em relação a outubro do ano passado todas as atividades do varejo tiveram variação positiva no volume de vendas, com destaque para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,7%), móveis e eletrodomésticos (13%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (13,6%), combustíveis e lubrificantes (11,5%) e artigos farmacêuticos (12,8%), entre outros. 

De acordo com o IBGE, o segmento de hipermercados teve mais uma vez a maior contribuição para a taxa geral (33%). “Por conta da inflação no setor, o segmento teve desempenho abaixo do resultado do varejo, ao contrário de setembro. Mas a atividade vem sendo impulsionada pelo aumento do poder de compra da população, decorrente do crescimento da massa de rendimento e da estabilidade do emprego.” O segmento acumula altas de 8,7% e 8,1%, respectivamente.

O segundo maior impacto, de 26%, veio do segmento de móveis e eletrodomésticos. O IBGE atribui o resultado “ao crédito, à redução de preços dos eletroeletrônicos estimulada pela manutenção da redução do IPI e à trajetória positiva da massa de rendimentos real habitual dos assalariados”. O crescimento desse setor é de 13,1% no ano e de 13,3% nos últimos 12 meses, até outubro.

 



 

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