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IPT aponta 407 áreas de risco em SP, que deve dobrar núcleos de defesa civil

Prefeitura busca parceria com Instituto e quer monitorar também a calha do rio Tietê, responsável por inundações de longa duração
por raimundo publicado 04/01/2013 13h15, última modificação 04/01/2013 15h35
Prefeitura busca parceria com Instituto e quer monitorar também a calha do rio Tietê, responsável por inundações de longa duração

Inundação no Jardim Pantanal, na zona leste (Foto: Arquivo/RBA)

São Paulo – O secretário de Coordenação das Subprefeituras de São Paulo, Chico Macena, vai se reunir hoje (4) com representantes do Instituto Tecnológico e de Pesquisas (IPT) para discutir o monitoramento de áreas de risco de deslizamentos durante o período de chuvas.

Segundo Macena, em 2011, o IPT mapeou 407 áreas, sendo 93 delas de alto risco. O objetivo do governo Fernando Haddad (PT) é contratar o instituto para fazer esse monitoramento. Durante entrevista coletiva há dois dias, o prefeito disse que o trabalho custaria em torno de R$ 400 mil.

Segundo Macena, a prefeitura quer dobrar o número de Núcleos de Defesa Civil (Nudec), dos atuais 193 para 400. Os Nudec são organizados com a participação de voluntários nas comunidades, principalmente em áreas de risco de desastres naturais.

Calha do Tietê

Entre as medidas emergenciais para a época de chuva, que vai até março, a prefeitura passará a companhar o gerenciamento das comportas na calha do rio Tietê, que é feito pelo Departamento de Águas e Esgoto (DAE) e pela Sabesp. O problema é apontado como uma das causas de alagamentos de longa duração nos jardins Pantanal e Romano nos últimos anos. “Estamos em contato com o governo do Estado permanentemente”, disse.

Segundo o secretário, a prefeitura prevê a construção de mais um dique e de um piscinão para evitar que a água do Tietê atinja os bairros.