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A movimento sem-teto, secretário de Alckmin promete mais recursos para habitação

Protesto na capital paulista reuniu cerca de oito mil pessoas na frente do Palácio dos Bandeirantes
por Redação RBA publicado 23/01/2014 12h35, última modificação 23/01/2014 15h06
Protesto na capital paulista reuniu cerca de oito mil pessoas na frente do Palácio dos Bandeirantes
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Ato reuniu moradores de ocupações da capital e Grande São Paulo para levar demandas ao governador

São Paulo – Uma comissão do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) se reuniu ontem (22) com Paulo Silvio Torres, secretário de Habitação Estadual de São Paulo. A reunião aconteceu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual na região do Morumbi. Segundo os participantes da reunião, o secretário prometeu aumentar os recursos para projetos de moradia.

Da zona sul de São Paulo, Campo Limpo e Jardim São Luís, dois grupos caminharam durante três horas até o Palácio dos Bandeirantes. Segundo Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST, o objetivo é conseguir mais recursos para a construção de moradias populares, a resolução de problemas específicos, como o fornecimento de água pela Sabesp para novas ocupações, e a extensão do metrô até a região Jardim Ângela.

“Nós esperamos que o governo tenha sensibilidade de dar respostas a todas elas, tem respostas que não são imediatas, a gente sabe disso”, afirmou Boulos em entrevista a Rádio Brasil Atual.

Além de recursos para construção de novas moradias, o secretário teria dito que as construções do CDHU Chico Mendes e do João Cândido, na região do Taboão da Serra, terão continuidade.

Na cidade existem 10 ocupações organizadas pelo MTST. Em novembro do ano passado, cerca de duas mil pessoas ocuparam um terreno no Jardim Ângela, nomeado de Ocupação Vila Nova Palestina. Hoje a ocupação tem cerca de oito mil pessoas em barracas de lona.

A ocupação Chico Mendes (desde 2005) e ocupação João Cândido (desde 2007) conseguiram, em junho de 2012, recursos para a construção de 896 apartamentos.

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