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Haddad confirma reajuste do ônibus para 1º de junho, com tarifa em torno de R$ 3,40

São Paulo
por Redação RBA publicado 21/05/2013 17h53, última modificação 21/05/2013 18h29
São Paulo
Cesar Ogata. Secom
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Durante visita à Penha, Haddad afirmou que haverá aumento do subsídio para evitar um reajuste maior

São Paulo – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), confirmou hoje (21) que a nova tarifa de ônibus municipais começa a valer em 1º de junho, com valor em torno de R$ 3,40. Em visita à Subprefeitura da Penha, na zona leste da cidade, ele disse que busca alternativas para evitar um reajuste muito alto.

“Nós vamos fazer um esforço para ser o menor reajuste possível. Volto a dizer, apesar da inflação acumulada na ordem de 15%, o que daria algo em torno de R$ 3,44, o pedido que eu fiz para o Planejamento, Finanças e Secretaria de Transportes, é até o último momento verificar os recursos disponíveis para que a Prefeitura consiga dar o menor reajuste possível”, afirmou.

Haddad confirmou que a administração municipal terá de compensar as prestadoras de serviço pelo valor abaixo do aumento de preços nos últimos dois anos – o último reajuste do valor da passagem ocorreu em janeiro de 2011. “Não tem mistério: ou é tarifa, ou é subsídio. Eu preciso desse tempo para colaborar com a população dando o menor reajuste possível diante da realidade orçamentária”, afirmou o prefeito.

Ele confirmou que vem conversando com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Na última semana, os dois chegaram a anunciar que a oficialização dos novos valores de tarifas para ônibus, trens e metrô seria feito de forma conjunta no próximo dia 25.

O prefeito recordou ainda que esteve na última semana com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que voltou a cobrar ajuda para evitar que a alta nos preços das passagens tenha forte impacto sobre a inflação. O pedido vem sendo renovado por Mantega desde janeiro em meio à dificuldade em conter a alta de preços. “É uma forma de a gente colaborar com o país, colaborar com o poder de compra do salário do trabalhador. Eu vou esgotar todas as possibilidades”, avaliou Haddad.