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Governo quer "PAC" para a erradicação da pobreza

por Redação da RBA publicado 06/01/2011 15h08, última modificação 07/01/2011 08h35

Em reunião com ministros, Dilma discutiu plano que inclua programa de investimentos (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

São Paulo – Na reunião que teve com oito ministros nesta quinta-feira (6), a presidente Dilma Rousseff articulou o início de um programa para erradicar a pobreza, nos moldes do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, com metas de gestão e monitoramento.

De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Tereza Campello, a ideia é contruir um programa de investimentos, associando inclusão produtiva e ampliação da rede de benefícios de transferência de renda. Todas as etapas serão definidas pelo grupo criado a partir de todos os ministérios envolvidos e que terá reuniões periódicas.

“Vamos organizar, no próximo período, essas metas e trabalhar em reuniões bilaterais. No comitê gestor, vamos organizar o desenho do programa e apresentá-lo à sociedade e aos parceiros estratégicos, entre eles os governos estaduais e municipais”, afirmou Tereza. De acordo com o blog do Planalto, este "PAC' atuará de fora independente de outros programas existentes, como o Bolsa Família.

“Estamos trabalhando no sentido de universalizar a rede de serviços. Essa é uma expectativa do governo. Não vamos atacar a agenda da pobreza apenas com políticas de transferência de renda. Nossa agenda é de inclusão social e produtiva, de ampliação da rede de serviços públicos, de saneamento, oferta de água, saúde, educação e qualificação profissional”, disse a secretária.

Apesar de não ter um nome definido para o programa, o governo decidiu que ele terá como secretária executiva Ana Fonseca, umas das organizadoras do Bolsa Família.

Participaram da reunião com a presidente Dilma, além de Tereza Campello, os ministros Guido Mantega (Fazenda), Antonio Palocci (Casa Civil), Miriam Belchior (Planejamento, Orçamento e Gestão), Alexandre Padilha (Saúde), Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), Fernando Haddad (Edução) e Mário Negromonte (Cidades).

 Com informações do Blog do Planalto e Agência Brasil